DESENVOLVIMENTO COMPORTAMENTAL HUMANO ORGANIZACIONAL

 

“Talvez a mais irracional suposição que podemos fazer é achar que as pessoas devem-se comportar racional e friamente.”

(Dean Tvosjold)

Quando o Desenvolvimento Comportamental é utilizado na estrutura Organizacional da empresa, permite encontrar a coerência e impacto das pessoas na estrutura atual, viabilizando a integração de todos com todos e com a empresa, focado no objetivo, missão e visão organizacional.

Um sistema organizacional tem elementos interdependentes que equilibram a organização dentro de uma dinâmica. Vejamos os três princípios a considerar:

 

  1. Compensação: trata-se do equilíbrio entre receber e doar, isto é, as pessoas, nas organizações, executam seu trabalho em um ambiente aonde é possível reconhecer e respeitar as diferenças de cada um, em um equilíbrio entre exercê-los de forma harmônica e interativa e ter o respeito de todos os demais, sabendo que todos na empresa possuem suas devidas responsabilidades, obrigações e de que suas funções têm importância para o funcionamento do todo, perpetuando o respeito e um bom convívio profissional. O equilíbrio comportamental organizacional permite o reconhecimento de cada função e suas compensações devidas ao que efetivamente entrega a organização, desta forma as pessoas trabalham em um ambiente muito mais produtivo, perpetuando:
  • Explorar com grande curiosidade e mente aberta;
  • Ter empatia consigo mesmo e com outros e levar compaixão e compreensão a qualquer situação;
  • Inovar e criar novas perspectivas e soluções fora dos parâmetros convencionais;
  • Navegar e escolher um caminho que melhor se encaixe em seus valores e missão mais profundos e básicos;
  • Ativar e ter ações decisivas sem o tormento, a interferência e as distrações ocasionadas por um ambiente “critico” e individual.

 

  1. Pertencimento: por estar vinculado constitutivamente à existência da organização, todos que pertencem a ela estão ligados ao seu nome, seus valores e objetivos. Trata-se do pertencimento a um grupo. Assim, todos passam a reconhecer e respeitar o espaço do outro, sem que as pessoas na empresa possam sentir que há injustiça, como é comum em um sistema organizacional desiquilibrado. Prevalecendo a consciência da causa e o efeito de cada ação, de forma que sejam esclarecidos para que a organização sempre permaneça em um clima normal.
  2. Ordem: há sempre uma hierarquia a respeitar. O fundador, o presidente, diretores, gerentes e funcionários mais antigos. Reconhecer contribuições passadas não significa volta ao passado, mas reconhecer que elas existiram, existem e existirão e devem ser honradas abrindo espaço sempre para novas abordagens.